Existe um grupo de tratamentos que resume, melhor do que qualquer outro, a filosofia da Inpelle: os bioestimuladores de colágeno. Diferente de um preenchimento tradicional, que apenas ocupa espaço, o bioestimulador ensina a pele a produzir o próprio colágeno de novo — o resultado aparece aos poucos, ao longo de semanas, e envelhece junto com a pessoa, não contra ela.
Por que trabalhamos com bioestimuladores
É, na prática, o manifesto da Inpelle em forma de tratamento: não buscamos transformar ninguém, buscamos estimular o que a pele já sabe fazer sozinha. Colágeno, firmeza, sustentação. O critério de sucesso não é “o que mudou”, é o contrário — é o “ela não mudou nada, só está com a pele melhor”.

Como funciona
Os bioestimuladores (como ácido polilático e hidroxiapatita de cálcio, entre outras substâncias) atuam estimulando os fibroblastos — as células responsáveis pela produção de colágeno — na camada mais profunda da pele. O resultado é progressivo: a firmeza e o contorno vão aparecendo aos poucos, nas semanas seguintes às sessões, e se mantêm por bem mais tempo do que um preenchimento convencional.
Para quem é indicado
- Flacidez facial e corporal leve a moderada
- Perda de firmeza e sustentação da pele
- Prevenção do envelhecimento em peles ainda jovens, mas que já perdem colágeno
- Complemento a outros tratamentos (laser, radiofrequência) num protocolo combinado
Segurança acima de tudo
Como todo procedimento injetável, o bioestimulador exige avaliação médica prévia — identificar o tipo de flacidez, a quantidade certa de produto e a técnica de aplicação para cada rosto ou região do corpo. Na Inpelle, essa avaliação é sempre feita pelo Dr. Franck Bobato, dermatologista (CRM-PR 17.976, RQE 12.848), com o mesmo olhar clínico que examina a pele antes de qualquer procedimento estético — pra garantir que o resultado seja, acima de tudo, seguro.


